Artigos
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Adolescentes em situação de rua e as instituições de atendimento: Utilização e reconhecimento de objetivos
- O artigo visa identificar os significados que os adolescentes em situação de rua atribuem às instituições de atendimento a ele destinados.
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Bater não educa ninguém!
- O objetivo do artigo é refletir sobre os efeitos das práticas educativas coercitivas para o desenvolvimento da criança e do adolescente, buscando compreender sua influência no comportamento e na aprendizagem em ambiente escolar.
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Questões sobre o desenvolvimento de crianças em situação de rua
- No artigo “Questões sobre o desenvolvimento de crianças em situação de rua” escrito por Claudio Simon Hutz e Sílvia Helena Koller da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, busca discutir alguns aspectos do desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de rua.
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Brincar e aprender na Educação Infantil
- Sabe-se que as políticas públicas educacionais vêm cada dia valorizando a educação infantil, visando o fortalecimento do desenvolvimento pleno e integral da criança de 0 a 5 anos. Vimos que estudos da neurociência vêm apontando resultados significativos para o desenvolvimento do cérebro infantil, mas para tanto é preciso um repensar urgente na formação dos professores da educação infantil, dos gestores (diretores e coordenadores) e nas organizações do tempo e espaços das instituições, bem como, de todos os profissionais que fazem parte deste contexto educacional.
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Por uma infância saudável e livre de consumismo
- A publicidade de alimentos é tema recorrente de debates sobre Alimentação e Nutrição. A indústria, principal interessada nos lucros advindos desse mercado, apela cada vez mais e volta seus esforços para as crianças que, vulneráveis a sugestões, acabam tornando-se alvo. Algumas reflexões acerca do tema são tratadas nesse texto de opinião escrito por Taís Vinha mãe, publicitária e membro do Coletivo Infância Livre de Consumismo.
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Educação - tudo legal e tudo muito ruim
- Neste artigo, Alexandre Barros, cientista político, faz uma dura crítica aos moldes educacionais adotados pelo Mec e expões seu ponto de vista de como os talentos poderiam ser melhor direcionados desde a idade escolar
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Epidemia de indiferença
- De 1981 a 2010, o país perdeu assassinadas 176.044 pessoas com 19 anos ou menos. Esse dado mostra que o Brasil convive hoje com uma espécie de "epidemia de indiferença", uma quase cumplicidade de grande parcela da sociedade e dos governos com uma situação que deveria estar sendo tratada como uma verdadeira calamidade social. O exemplo mais recente desse descaso do Estado brasileiro em relação à gravidade do tema foi a notícia divulgado ao final do ano passado que o tão esperado Plano Nacional de Redução de Homicídios havia sido engavetado pelo Ministério da Justiça por orientação expressa da presidente Dilma, que preferia concentrar esforços na ampliação e modernização do sistema penitenciário, no combate ao crack e no monitoramento das fronteiras, adiando mais uma vez a abordagem integrada do problema.
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Dia da Infância, pausa para reflexão
- No dia 24 de agosto é comemorado o Dia da Infância. Um momento para a reflexão da sociedade e dos governos para as condições sociais em que vivem as crianças. No artigo, a pedagoga, mestre e doutoranda em "Educação Currículo" pela PUC/SP, e assessora da Rede Marista de Solidariedade, Viviane Aparecida da Silva, fala sobre o assunto.
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Educação Infantil e Ética Intercultural - Uma Porposta para a Primeira Etapa da Educação Básica
- O artigo se constitui num convite a todos aqueles que atuam na educação de crianças, mais diretamente daquelas na faixa etária de 0 a 5 anos, que estão inseridas no contexto escolar na primeira etapa da educação básica, a educação infantil, que pode ser considerado o momento ideal para a introdução da temática do respeito às diferenças tendo em vista que identidade, linguagem e respeito mútuo são eixos norteadores de todo o trabalho pedagógico desenvolvido nessa etapa.
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O direito de ser pai
- Neste artigo, originalmente publicado no jornal Folha de S.Paulo, a antropóloga Mirian Goldenberg defende o direito dos pais serem pais argumentando que 'no centro do palco da maternidade, a mulher não quer dividir o poder e trata o homem como mero figurante'
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Escola é lugar de vivenciar direitos
- Em 13 de julho de 1990, foi sancionado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), legislação considerada modelo em termos de garantia de direitos humanos, mesmo entre as democracias ocidentais mais avançadas. Passados 22 anos, ainda é nítido que o desconhecimento acerca dos principais preceitos do ECA prevalece entre diversos setores da população. Apesar de a criação do Estatuto ter sido efetivada a partir do resultado de manifestações da sociedade civil organizada, ainda são reproduzidas certas interpretações equivocadas sobre o ECA, como acreditar que ele proíbe pais e professores de adotar medidas disciplinares para crianças e adolescentes. O artigo de Débora Melo, jornalista e coordenadora da organização não governamental Recriando, também foi publicado na Revista Paulo Freire, Edição 05.
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"Mãe eu quero! Você compra?"
- “Mãe eu quero. Você compra?” Essa frase que, muitas vezes culmina em uma discussão, tem feito parte do dia-a-dia da maioria das famílias brasileiras nos últimos tempos. Discutir os limites das crianças frente ao que é apresentado nas televisões, via publicidade, é algo que, muitas vezes, está além do alcance das mães, pais e até educadores. Essa desleal briga entre o mercado x pais é o tema deste artigo da jornalista e especialista em Gestão Estratégica Pública, pela Unicamp, Rosely Arantes. O texto pretende servir de alerta e apresentar caminhos para que os pais, mães, educadores, profissionais de saúde e qualquer pessoa que interaja com crianças possa entender de que forma a publicidade entra nos lares e interfere no cotidiano familiar e social. Isso sem esquecer o importante papel do Estado, enquanto ente garantidor e propulsor de direitos.
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E aí, cantou?
- O artigo fala sobre o concurso que tem gerado polêmica lançado pela Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro. Voltado para alunos da rede pública estadual, o concurso solicitava aos estudantes o envio de sugestões de cantadas para os atores do filme "E aí, comeu?". Fazendo alusão ao filme, o concurso foi intitulado “ E aí, cantou?”.
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Risco, Proteção e Resiliência no Desenvolvimento da Criança e do Adolescente
- O artigo apresenta como alguns estudos descrevem esses temas (risco, proteção e resiliência), mostrando fatores que podem tornar um indivíduo mais ou menos vulnerável ao risco e, mais ainda, como alguns indivíduos conseguem ser resilientes frente às adversidades, isto é, como algumas crianças e adolescentes conseguem superar todos os fatores de risco a que foram expostos e se desenvolver como esperado.
- 22 anos de Estatuto da Criança e do Adolescente
- Artigo de Propercio Rezende, educador e coordenador do Curso ECA na Escola. Texto originalmente publicado na Revista Viração, edição julho/2012
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A República das crianças no aniversário do Estatuto
- Artigo de Carlos Nicodemos, advogado e membro do Conselho Nacional dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes (Conanda), publicado no jornal Correio Braziliense em 10/07/2012
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Alfabetização na idade errada
- Doutor em educação, João Baatista Araujo e Oliveira, faz uma análise sobre a situação da alfabetização na escola pública atualmente e joga luz na necessidade de romper o círculo vicioso de consultar sempre as mesmas pessoas e grupos para que a educação brasileira avance.
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Tecendo as teias do abandono: além das percepções das mães de bebês prematuros
- O artigo trata do abandono de bebês prematuros, do fenômeno social que isso representa e faz uma avaliação sobre a intenção de abandono desses bebês por suas mães durante a internação neonatal e após a alta.
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Fundação Abrinq: 22 anos e 50 milhões de novos brasileiros
- Marcio Schiavo, membro do Conselho Consultivo da Fundação Abrinq – Save the Children retoma história institucional usando o ECA como referência
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22 anos de ECA: avanços e desafios
- Neste artigo, Márcia Quintino, coordenadora de Mobilização Social, da Fundação Itaú Social, retoma pontos expressivos do ECA e de sua história pontuados também com a experiência da Fundação de parceria com Conselhos. Aponta para a necessária "aproximação de organizações de todos os setores da sociedade (...) para que se somem os esforços, aproveitem-se todas as competências disponibilizadas e multipliquem-se as conquistas" no campo dos direitos humanos da infância e adolescência brasileiras.


















