Entraves do processo de adoção no Brasil
>> Por Instituto Recriando, organização integrante da Rede ANDI Brasil em Sergipe
Apesar
da nova Lei Nacional de Adoção, em vigor desde novembro de 2009,
apresentar mecanismos que tentam tornar a adoção de crianças e
adolescentes um processo menos burocrático, os pretendentes a pais
adotivos acabam dificultando o procedimento devido às exigências
feitas durante a espera para adoção. Grande parte dos candidatos
manifesta o desejo de adotar crianças do sexo feminino,
recém-nascidas, brancas, que não tem irmãos e que não apresentem
problemas de saúde, sendo que a maioria das crianças aptas à
adoção não correspondem a essas características.
De acordo com a nova lei, esse quadro poderia ser revertido através do acompanhamento psicológico dos candidatos à adoção de forma a incentivá-los a adotar crianças nem sempre procuradas, a exemplo de meninos e meninas com idade acima de 5 anos, negras, indígenas e com algum tipo de deficiência.

